A possibilidade de o Irã desistir da Copa do Mundo de 2026 levanta uma questão sobre quem ocuparia sua vaga. De acordo com o regulamento oficial da Fifa, não há critérios pré-definidos para esse tipo de substituição.
Um documento publicado pela entidade no ano passado trata das vagas, mas não estabelece um método claro para escolher um time substituto caso uma federação desista. A decisão, portanto, ficaria a cargo da própria Fifa.
O cenário é considerado devido ao contexto de guerra que atinge o país asiático, o que poderia levá-lo a abrir mão de sua participação no torneio. A situação ainda é hipotética, mas o vácuo nas regras chama a atenção.
Normalmente, a Fifa segue um ranking ou realiza repescagens entre times que quase se classificaram. No entanto, para 2026, o regulamento simplesmente não especifica o procedimento, deixando a porta aberta para uma decisão discricionária.
Especialistas em direito desportivo apontam que a falta de clareza pode gerar debates e até contestação, dependendo de quem for escolhido. A transparência no processo seria um ponto importante para a legitimidade da competição.
A última Copa do Mundo contou com 32 seleções, mas a edição de 2026, que será sediada por Estados Unidos, México e Canadá, terá a participação de 48 países. Isso torna o processo de substituição, se necessário, ainda mais relevante.
Outras notícias sobre o torneio também ganham espaço. O chefe de arbitragem da Fifa confirmou que a “câmera do juiz”, testada no Mundial de Clubes, será uma realidade na Copa de 2026, descrevendo a tecnologia como um avanço para o esporte.
Em São Paulo, a fornecedora Adidas exibiu os novos uniformes de algumas seleções para a competição. Os designs incluem detalhes simbólicos, como estrelas e referências nacionais, para os times que já garantiram sua vaga.
A segurança do evento também está em pauta. O diretor do FBI visitou o presidente da Fifa para tratar das medidas de proteção para o torneio, que acontecerá daqui a dois anos, reforçando a parceria entre as instituições.
Em meio aos preparativos, jogadores com atuações destacadas em edições passadas seguem sendo lembrados. É o caso da atacante brasileira Ary Borges, artilheira da última Copa Feminina, que recebeu homenagens em seu estado natal.
O legado de grandes astros também permeia as discussões. Enquanto a Argentina vive a era pós-Messi, após a conquista no Catar, surgem novas promessas no futebol sul-americano, como um jovem de 16 anos do Vélez Sarsfield, cotado para ser uma das futuras estrelas.
